terça-feira, 29 de maio de 2012
Geração Beat
Os Beats surgiram no fim da década de 50. Era
um grupo de rapazes, poetas principalmente, que andaram na contramão da cultura
vigente. Propunham uma nova visão de mundo, ao som do jazz. Com eles
estreiou-se o conceito de contracultura. Chamados de geração maldita, foram
pejorativamente chamados de beatniks, em uma alusão ao satélite russo Sputnik,
enviado a órbita da Terra em 1957. Ser comunista não era exatamente uma
qualidade apreciada.
Mais do que ser contra o
consumismo exagerado, os Beats faziam uma crítica ao estilo de vida americano e
a política conservadorista. Entretanto, suas experiências, segundo o prof.
Agnelo Fedel, estavam “voltadas para o interior, para o pessoal, uma questão de
não aceitação daquela cultura enraizada da década de 50, do pós-guerra.”
Buscavam a liberdade e a não conformidade, “era uma liberdade da alma, do
espírito”, diz ainda Agnelo. Expressavam-se através da poesia e da música, que
poderia, para a sociedade dos anos 50, ser extremamente agressiva, “mas bem
menos agressiva do que a gente viu com o movimento hippie”, explica o professor
da FCA. Para alcançar esse ideal, muitos colocaram o pé na estrada.
“Eles bebiam prá caramba”,
diz a professora Lilian Santiago, esta era outra forma de tentarem alcançar um
maior conhecimento interior. “Eles utilizavam (bebidas e drogas) para fazer viagens”,
conta o prof. Agnelo, “e assim partiam para um processo mais criativo”,
completa.
E foi numa dessas viagens
alucinógenas que foi escrito On the Road (Pé
na Estrada), de Jack Kerouac, obra que é a representação máxima do movimento
Beat. Publicado em 1957, com uma narrativa intensa e o pensamento desordenado,
prega, acima de tudo, a busca por experiências autênticas, o compromisso com a
vida, a espontaneidade. Kerouac foi o principal escritor do movimento e sua
obra foi adotada como a bíblia do movimento hippie.
Fonte: http://ladobjornalismo.blogspot.com.br/2012/03/geracao-beat-e-contracultura.html
terça-feira, 15 de maio de 2012
Embalando no som da contracultura
Diferente do que muitas pessoas pensam,o Rock não é apenas um estilo musical,mas também um movimento social importante que teve início da década de 1950 nos Estados Unidos.Essa agitação predominantemente jovem obteve grande impacto na sociedade da época e se manifestou especialmente na música,no estilo das roupas,cinema e comportamento.
O contexto de nascimento do Rock foi o pós-segunda guerra mundial nos EUA, tempos de extremo consumismo da sociedade, uma vez que, grande parte das invenções para uso militar se tornaram produtos para o consumo da população. Também foi o período da Guerra Fria, que “dividia” os jovens em: socialistas, anarquistas, capitalistas e os que não eram nada. Neste cenário, começaram a surgir filmes baseados na sociedade alienada, que mostravam motoqueiros invadindo cidades e rapazes delinquentes homicidas, evidenciando em forma de violência, a indignação da juventude marginalizada para com o sistema. Até que em 1955, o filme de maior sucesso dentro desse “gênero”, Sementes da Violência surgiu com a música tema de Bill Haley, Rock Around The Clock: o primeiro sucesso do movimento que, tornou-se o hino dos jovens, “um lugar onde se apoiavam”.
No ano seguinte, surge o famoso rei do Rock: Elvis Presley. Um símbolo sexual que cantava com um negro teve o poder de transformar o Rock de modismo em revolução, mesmo que ainda não fosse nada engajado. Com voz rouca e um jeito inigualável de dançar, o cantor atingiu vendas extraordinárias durante toda a sua carreira, permitindo-o manter o título de rei mesmo depois de sua morte, em 16 de agosto de 1977.
Em 1962 são apresentados ao mundo os Beatles e sua grande composição: Love Me Do. Com a imagem de bons rapazes e a música dançante, o êxito dos garotos de Liverpool aumentava a cada ano, tornando-os a banda mais conhecida durante os anos 60 – mais conhecidos do que Jesus Cristo, como disse um dos integrantes da banda –, algo que ajudou a difundir o Rock como fenômeno mundial.
As canções de rock’n-roll representavam a realidade da época: ruas cheias de carros, pessoas se amando, se odiando, sapatos pisando no asfalto, hotéis, lanchonetes, bombas de gasolina. As letras tratavam de problemas cotidianos dos jovens, desde as complexas relações humanas até o prazer de ouvir rock’n-roll bem alto dirigindo um carrão. Inicialmente, esse estilo tinha como temas principais: convites à dança e ao amor, descrição de carros e garotas, histórias de colégio e dramas da adolescência.
Mais tarde, no princípio dos anos 1960, apareceram artistas como Bob Dylan que revolucionaram o cenário do Rock, trazendo músicas engajadas para um público menos alienado – tal revolução musical, juntamente aos movimentos pacifistas e manifestações contra a Guerra do Vietnã, deu à década de 60 o apelido de “Anos Rebeldes”. Canções como Masters of War eram denúncias ao militarismo e à corrida nuclear que assombrava todos. Dessa forma, os grupos de Rock passaram a buscar novas dimensões expressivas que continuam até os tempos atuais, quando, infelizmente ele não está tão popular quanto nos velhos tempos.
Em 1969, o Festival Woodstock torna-se o símbolo desse período. Sob o lema “paz e amor”, meio milhão de jovens compareceram ao concerto que contou com a presença de Jimi Hendrix e Janis Joplin. Trinta e dois dos mais conhecidos músicos da época apresentaram-se durante aquele fim de semana chuvoso. Apesar das tentativas posteriores de emular o festival, Woodstock provou ser único e lendário, reconhecido como um dos maiores momentos na história da música.
Fonte: http://jornalsociologico.blogspot.com.br
O contexto de nascimento do Rock foi o pós-segunda guerra mundial nos EUA, tempos de extremo consumismo da sociedade, uma vez que, grande parte das invenções para uso militar se tornaram produtos para o consumo da população. Também foi o período da Guerra Fria, que “dividia” os jovens em: socialistas, anarquistas, capitalistas e os que não eram nada. Neste cenário, começaram a surgir filmes baseados na sociedade alienada, que mostravam motoqueiros invadindo cidades e rapazes delinquentes homicidas, evidenciando em forma de violência, a indignação da juventude marginalizada para com o sistema. Até que em 1955, o filme de maior sucesso dentro desse “gênero”, Sementes da Violência surgiu com a música tema de Bill Haley, Rock Around The Clock: o primeiro sucesso do movimento que, tornou-se o hino dos jovens, “um lugar onde se apoiavam”.
No ano seguinte, surge o famoso rei do Rock: Elvis Presley. Um símbolo sexual que cantava com um negro teve o poder de transformar o Rock de modismo em revolução, mesmo que ainda não fosse nada engajado. Com voz rouca e um jeito inigualável de dançar, o cantor atingiu vendas extraordinárias durante toda a sua carreira, permitindo-o manter o título de rei mesmo depois de sua morte, em 16 de agosto de 1977.
Em 1962 são apresentados ao mundo os Beatles e sua grande composição: Love Me Do. Com a imagem de bons rapazes e a música dançante, o êxito dos garotos de Liverpool aumentava a cada ano, tornando-os a banda mais conhecida durante os anos 60 – mais conhecidos do que Jesus Cristo, como disse um dos integrantes da banda –, algo que ajudou a difundir o Rock como fenômeno mundial.
As canções de rock’n-roll representavam a realidade da época: ruas cheias de carros, pessoas se amando, se odiando, sapatos pisando no asfalto, hotéis, lanchonetes, bombas de gasolina. As letras tratavam de problemas cotidianos dos jovens, desde as complexas relações humanas até o prazer de ouvir rock’n-roll bem alto dirigindo um carrão. Inicialmente, esse estilo tinha como temas principais: convites à dança e ao amor, descrição de carros e garotas, histórias de colégio e dramas da adolescência.
Mais tarde, no princípio dos anos 1960, apareceram artistas como Bob Dylan que revolucionaram o cenário do Rock, trazendo músicas engajadas para um público menos alienado – tal revolução musical, juntamente aos movimentos pacifistas e manifestações contra a Guerra do Vietnã, deu à década de 60 o apelido de “Anos Rebeldes”. Canções como Masters of War eram denúncias ao militarismo e à corrida nuclear que assombrava todos. Dessa forma, os grupos de Rock passaram a buscar novas dimensões expressivas que continuam até os tempos atuais, quando, infelizmente ele não está tão popular quanto nos velhos tempos.
Em 1969, o Festival Woodstock torna-se o símbolo desse período. Sob o lema “paz e amor”, meio milhão de jovens compareceram ao concerto que contou com a presença de Jimi Hendrix e Janis Joplin. Trinta e dois dos mais conhecidos músicos da época apresentaram-se durante aquele fim de semana chuvoso. Apesar das tentativas posteriores de emular o festival, Woodstock provou ser único e lendário, reconhecido como um dos maiores momentos na história da música.
Fonte: http://jornalsociologico.blogspot.com.br
Anarquismo
Anarquismo pode ser definido como uma
doutrina (conjunto de princípios políticos, sociais e culturais) que defende o
fim de qualquer forma de autoridade e dominação (política, econômica, social e
religiosa). Em resumo, os anarquistas defendem uma sociedade baseada na
liberdade total, porém responsável.
O anarquismo é contrário a
existência de governo, polícia, casamento, escola tradicional e qualquer tipo
de instituição que envolva relação de autoridade. Defendem também o fim do
sistema capitalista, da propriedade privada e do Estado.
Os anarquistas defendem uma
sociedade baseada na liberdade dos indivíduos, solidariedade (apoio mútuo),
coexistência harmoniosa, propriedade coletiva, autodisciplina, responsabilidade
(individual e coletiva) e forma de governo baseada na autogestão.
Fonte:http://educacao.uol.com.br/sociologia/anarquismo-origens-da-ideologia-anarquista.jhtm
Fonte:http://educacao.uol.com.br/sociologia/anarquismo-origens-da-ideologia-anarquista.jhtm
Movimento Hippie
O movimento hippie compartilhava de ideais anarquistas de comunidades que buscavam liberdade sexual e amorosa,integração com a natureza e alimentação natural,a luta pela paz e pelo fim da repressão,e a crítica à massa.Esse movimento surgiu nos Estados Unidos na década de 1960 e ganhou força no Brasil na década de 1970.Todos os moradores de uma sociedade hippie exerciam uma função dentro da comunidade,as decisões eram tomadas em conjunto,praticavam agricultura e o comércio existia sim,entre os próprios moradores,através das trocas.Fugiam totalmente do padrão,tendo,homens e mulheres,cabelos compridos,usando roupas coloridas e cultivando a mensagem principal : Paz e Amor !
Alguns historiadores dizem que os hippies eram os filhos dos Beatniks , da década de 1950, os primeiros a manifestar movimentos contra a cultura de massa,a "cultura" que era vendida ao povo.Enquanto o American way of life (modo de vida americano),deslumbrava o mundo,alguns poucos"malucos" pegavam outro caminho,a estrada inversa.O primeiro movimento americano contracultura foi o beat.Os beatniks,como ficaram conhecidos,eram jovens de famílias ricas que,desestimulados com o modo de vida urbano pós-guerra,regados de jazz,sexo,drogas e literatura,resolveram cair na estrada.Depois de conhecer sobre os Beatniks e os Hippies,podemos afirmar o quanto o capitalismo consegue transformar tudo em comercialização.Hoje em dia,muitas pessoas não sabem que "hippie",já foi um estilo de vida,uma ideologia a ser seguida,pois agora o capitalismo conseguiu transformar isso em moda,e é possível comprar roupas do "estilo hippie" nos shoppings das cidades.
Fontes:http://jornalsociologico.blogspot.com.br/2009/05/contracultura-o-que-e-como-se-faz.html
Alguns historiadores dizem que os hippies eram os filhos dos Beatniks , da década de 1950, os primeiros a manifestar movimentos contra a cultura de massa,a "cultura" que era vendida ao povo.Enquanto o American way of life (modo de vida americano),deslumbrava o mundo,alguns poucos"malucos" pegavam outro caminho,a estrada inversa.O primeiro movimento americano contracultura foi o beat.Os beatniks,como ficaram conhecidos,eram jovens de famílias ricas que,desestimulados com o modo de vida urbano pós-guerra,regados de jazz,sexo,drogas e literatura,resolveram cair na estrada.Depois de conhecer sobre os Beatniks e os Hippies,podemos afirmar o quanto o capitalismo consegue transformar tudo em comercialização.Hoje em dia,muitas pessoas não sabem que "hippie",já foi um estilo de vida,uma ideologia a ser seguida,pois agora o capitalismo conseguiu transformar isso em moda,e é possível comprar roupas do "estilo hippie" nos shoppings das cidades.
Fontes:http://jornalsociologico.blogspot.com.br/2009/05/contracultura-o-que-e-como-se-faz.html
O que é contracultura ?
A contracultura foi um grande movimento que floresceu na década de 1960. Marcou o mundo,introduziu-se na história e influenciou gerações.Não foi o mero capricho de uma juventude rebelde,foi mais que isso! Ela nasceu do desejo de mudar o mundo.A diferença é que esses jovens partiram para a ação e lutaram de forma pacífica por seus objetivos. Não conseguiram mudar a realidade,porém,como mérito,transformaram mentalidades.A contracultura é mais que um movimento cultural,é também um movimento social e político. Onde uma sociedade com os mesmos ideais se cansa de tendências,modismos e tudo que lhe era imposto.Na tentativa de fujir do "American way of life",e conquistar a liberdade longe do poder do governo,da polícia e de qualquer instituição de poder,surge-se então os movimentos contracultura,como o Movimento Hippie,e o Movimento Anarquista.
Fonte : http://jornalsociologico.blogspot.com.br/2009/05/contracultura-o-que-e-como-se-faz.html
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